O que é Glioblastoma?


As células da Glia são estruturas cerebrais que dão suporte ao sistema nervoso cerebral. Tumores nessas células são chamados de Glioblastoma, sendo o tipo mais comum de tumor cerebral, principalmente entre adultos de 50 a 70 anos.

O Glioblastoma é um tipo de tumor maligno, extremamente perigoso, que apresenta crescimento rápido e alta letalidade.

Sintomas:

O Glioblastoma aumenta de tamanho extremamente rápido, gerando uma compressão das estruturas vizinhas no cérebro. Por conta disso, sintomas neurológicos são bastante comuns, como dores de cabeça pela manhã, perda de memória, perda do equilíbrio, náuseas e vômitos.

Diagnóstico

Um exame físico detalhado pode trazer a tona os primeiros indícios da existência de um Glioblastoma. Uma análise do histórico clínico do paciente também pode ajudar a identificar a doença.

Para alcançar a confirmação do quadro, são necessários exames de imagem, tais como tomografia computadorizada e ressonância magnética, que permitem visualizar as estruturas cerebrais. Com essas imagens, é possível identificar o Glioblastoma e onde ele está alojado.

Tratamento:

A localização do Glioblastoma interfere diretamente na escolha do tratamento mais adequado. Normalmente o neurocirurgião opta por uma combinação de tratamentos. A cirurgia é usada para retirar o máximo de massa tumoral possível sem que haja danos às outras estruturas do cérebro.

Em seguida, é aplicada a radioterapia, que irá destruir as células remanescentes da lesão e reduzirá a sua velocidade de crescimento. Mesmo após a cirurgia de redução, o Glioblastoma pode retornar ao seu tamanho original em menos de um mês, sendo a radioterapia uma importante etapa do tratamento.

Outra técnica utilizada é a quimioterapia, que pode ser administrada tanto antes quanto depois da terapia inicial. Ela atua matando as células cancerosas e impedindo a sua propagação.

IMPORTANTE: As informações contidas neste site têm caráter informativo e educacional e de nenhuma forma devem ser utilizados para autodiagnóstico, autotratamento ou automedicação. Quando houver dúvidas, um médico deverá ser consultado. Somente ele está habilitado para praticar o ato médico, conforme recomendação do Conselho Federal de Medicina.